sexta-feira, 11 de março de 2011

" O Vai e Vem da Bolsa de Valores..."


Não é nenhuma supresa ouvir falar de que o mercado acionário é cíclico e reflete o cenário econômico ao longo do tempo. Quando eu lí um artigo publicado por Pedro Galdi, analista-chefe da SLW Corretora de Valores em "Papo de Mercado", me trouxe á memória as palavras de meu professor de história americana, quando eu ainda estava no High School no estado de New Jersey-EUA. Ele dizia " Tudo o que acontece em um país, por mais distante que seja esse país em relação ao nosso país, irá afetar diretamente ou indiretamente nossas vidas e nossos negócios, ou seja, nossas aplicações". Algumas provas disso, é que no período de 1994/2003, sob o governo de Fernando Henrique Cardoso, várias crises econômicas no exterior geraram volatilidade.
          
 O contraste disso, foi em 2004, primeiro mandato do presidente Lula, coincidentemente a economia mundial entrou num ciclo de crescimento robusto e a China ampliou sua exposição como potência mundial. O reflexo disso, veio na bolsa de valores, que ofereceram excelentes ganhos. O Ibovespa saltou de 20 mil para 73 mil pontos em meados do primeiro semestre de 2008, quando surgiu a crise econômica global. Outro exemplo, após valorização de 83% em 2009, a expectativa era de que o ano de 2010 também fosse positivo para o Ibovespa. Contudo, o agravamento da crise da Europa, a fragilidade da economia dos EUA e temores de que a alta inflação na China teria que ser combatida com duras medidas tiraram o brilho no mercado acionário global.
         
 Citando ainda mais outro exemplo, o que aconteceu recentemente esse ano de 2011 no Egito e também na Líbia, com as reviravoltas e toda a tensão com os problemas políticos internos nesses países, refletiram negativamente no preços das ações, principalmente em papéis de companhias petrolíferas. Segundo Pedro Galdi em seu artigo, a dificuldade de alguns países da Europa em conter o déficit público e realizar ajustes profundos pode gerar momentos de volatilidade no mercado financeiro. Ele ainda diz de que, os EUA tendem a mostrar recuperação, ainda lenta, fazendo com que o melhor desempenho fique com os emergentes como o Brasil. Pedro Galdi, ainda aproveita para dar algumas dicas, do que os investidores devem ter em suas carteiras de ações para 2011. O que segundo ele, a visão é montar uma carteira com maior participação de ações relacionadas a consumo local e algumas de empresas relacionadas a commodities, porém somente de companhias que sofram menos com o cenário externo, como por exemplo: CONSUMO - Lojas Renner, Pão de Açúcar, BrasilFoods, Natura, Light, Telemar, Gol e CCR. COMMODITIES - Vale, Petrobrás, Fibria e Gerdau.

terça-feira, 8 de março de 2011

"Ações....Um ótima opção de investimento"



Eu gostaria através dessa postagem, incentivar aqueles que não tem conhecimento em ações, a ter essa opção de investimento em seu portfólio. Uma das mais importantes e bem-sucedidas formas de investimento é o mercado de ações. Surpreendentemente, para muitos brasileiros é uma novidade. Mas se você observar bem, irá ver que esta é uma aplicação que há seculos vem ajudando famílias a amealhar riquezas.
          

Para aqueles que nunca ouviram falar nessa modalidade de investimento, ao assistir o vídeo interativo, irá compreender de que, comprar ações na bolsa de valores é, portanto, uma forma de participar dos resultados gerados pelas empresas, em sua atividade. Ou seja, você passa a ser co-participante nessa empresa, fazendo de você nada mais nada menos do que também um sócio dessa empresa. Logicamente, quanto maior for o lucro que elas apurarem a cada exercício, maior também será seu quinhão, já que cada ação representa uma unidade do capital de uma empresa.
        
 Não poderia deixar de mencionar de que, o maior risco para quem investe na bolsa é se associar a negócios que não prosperem. Por isso mesmo, as crises financeiras não vão destruir seu partrimônio se você for sócio de empresas sólidas e bem administradas, que atravessem esses momentos sem abalos em sua estrutura. Concomitantemente, vale lembrar de que, quem quer investir em açoes não pode perder de vista que o mercado é um espelho que reflete as condições das empresas. Companhias que estão crescendo, gerando lucros e pagando bons dividendos vão, necessariamente, ter bons preços para seus papéis na bolsa de valores. Bem, de qualquer forma, o importante é conhecer, para esperar, confortavelmente, que as crises passem. Porque, assim como é certo de que as crises sempre vão existir em algumas épocas, também é certo que elas vão passar.

quinta-feira, 3 de março de 2011

CPMF: o fantasma que ronda solto



Um assunto que ronda entre os representantes políticos, é a substituição de um encargo tributário, com o objetivo segundo eles, de aumentar a competitividade da empresa brasileira, e também incentivar o emprego formal (com carteira assinada), desestimulado pelo alto custo dos encargos sociais. Segundo o que indica, é a substituição de uma tributação nociva por outra, preferencialmente menos nociva - segundo Celso Ming, em seu artigo publicado no Estado de São Paulo.

Uma das propostas é a taxação por meio do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), sobre uma base ainda a ser definida. Particularmente, o que achei interessante, e que inclusive foi até comentado por Celso Ming é que o IOF é um tributo regulatório, que tem como finalidade calibrar fluxos financeiros e não para arrecadar. É só lembrar, as ações macroprudenciais do governo, quando aumentou o IOF em 6% na entrada de capitais destinados ás aplicações de renda fixa, cujo objetivo era conter a entrada de recursos.

Então, onde é que entra o CPMF? Bem, essa é a opção preferencial do governo, porque é o imposto mais fácil de arrecadar, justamente porque cai diretamente na conta do Tesouro a cada movimentação bancária, sem necessidade de declaração e sem esforço de coletoria. A safadeza toda é que, esse imposto é um tributo cumulativo, ou seja, incide em cascata sobre todas as fases da produção e da distribuição, além de outros problemas. Faça essa pergunta para você mesmo: Por que os os políticos querem a volta da CPMF? Simplesmente, rsrrsrs porque eles querem aumentar a arrecadação e não substituir um tributo. Essa é uma desculpa velha de guerra e é sempre canalha porque todos sabem que as despesas com saúde são financiadas por dotação orçamentária. é o resultado da arrecadação de uma CPMF qualquer acaba sempre no caixa do Tesouro. Resumindo.......... que pouca vergonha...

quarta-feira, 2 de março de 2011

"Novidades e novidades" no cenário Político!


Eu estive lendo um artigo essa semana, publicado pelo Estado de São Paulo, pela jornalista e professora da Puc-Rio, Suely Caldas. Particularmente, sou fascinado pelos artigos publicados por essa jornalista Suely Caldas. Analisemos bem o que foi publicado por ela. A questão em debate é sobre os pobres e os ricos do Nordeste. Escandalosamente, o que se vê acontecendo no Nordeste, e que a persistência da pobreza no Nordeste é muito mais decorrente da incompetente gestão dos políticos locais do que da falta de recursos públicos, que muitas vezes são mal-intencionados.

Para onde é que o dinheiro vai então? Pois o dinheiro sai de Brasília, passa pelo governo do Estado, mas não chega á população. Consequentemente, a população pobre dessas regiões continuará sofrendo pela má gestão pública de representantes que outrora foram colocados á cargo em função não somente do estado mas, principalmente da população.

O engraçado é que, além de ser uma realidade já vista pela população brasileira há anos, não vemos sequer uma iniciativa na tentativa de mudar essas questões e freiar essa bancada de corruptos, que agem em detrimento de suas próprias opulências.